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Sertanejo fecha ano com nova rainha e consolida poder feminino no gênero

todayjaneiro 1, 2024 7

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“Nosso Quadro”, de Ana Castela, que saiu em fevereiro, é a música do ano, mas arrasta com ela mais sete gravações com participação da cantora no top 100. Apenas seu sucesso em lançamentos individuais já seria impressionante, mas, com apenas 20 anos, a estrela se transformou em objeto de desejo de todos os seus colegas.

A simples citação “feat. Ana Castela” transforma imediatamente qualquer canção em potencial hit nacional. Na lista das cinco mais tocadas da temporada, ela aparece mais uma vez, em quarto lugar, com “Bombonzinho”, gravada com Israel & Rodolffo.

Ana atravessou o ano com dois hits individuais fortes, “Nosso Quadro” e “Solteiro Forçado”, turbinados com a estratégia de lançar seu álbum “Boiadeiro Internacional” em três partes, jogada comercial que entra também nas inovações da jovem cantora. A cada grupo de canções novas que o mercado recebia, as faixas ficavam emboladas no topo da parada.

Curioso é perceber que, antes, a impressão era de que Ana Castela aproveitava as parcerias para ganhar popularidade. Rapidamente, isso se inverteu. Hoje, estar com ela é o que dá novo empurrão na carreira dos outros. E quem quer se aproximar dela é a elite do sertanejo pop, como Luan Santana e Gusttavo Lima. Ana contribui até para aumentar os números da carreira do namorado, Gustavo Mioto.

De volta às canções mais tocadas do ano no Spotify, o pódio é feminino. Depois de “Nosso Quadro”, as duas colocações a seguir estão com “Leão”, de Marília Mendonça, em mais uma prova da perenidade da maior cantora e compositora sertaneja, e “Erro Gostoso”, de Simone Mendes. E este terceiro lugar tem muita história para contar.

Written by: ADM ADM

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